Em tempos do politicamente correto, duas propagandas chamam a atenção. Há outras, mas eu destaco essas duas:
Uma delas, da Petrobrás, um garoto percorre a rua de seu bairro carregando/empurrando um pneu, como se estivesse disputando uma corrida. O garoto, ao passar pela faixa de pedestre, observa uma senhora do alto da janela sacudir sua toalha quadriculada, e então comemora a passagem pela “linha de chegada”. Para comemorar o que faz o garoto? Vai até um homem que lava seu carro com uma mangueira e a toma do homem, jogando a água para cima e para os lados, como o estourar de uma champagne.
Não precisamos poupar água? Como a Petrobrás permite uma propaganda em que incentiva o desperdício?
A outra propaganda é da Cor&Ton. Cláudia Leite aparece no comercial do produto para tintura de cabelo. O quê isso tem demais? Ora, Cláudia Leite está grávida de seis meses e é sabido que uma mulher grávida não deve pintar seus cabelos. Mesmo que a propaganda tenha sido elaborada anterior a gravidez da Cláudia Leite, seria de bom tom a empresa não veiculá-la.
Afinal, o que dirão algumas mulheres: “Se a Cláudia Leite pode, eu também posso!”.
Uma delas, da Petrobrás, um garoto percorre a rua de seu bairro carregando/empurrando um pneu, como se estivesse disputando uma corrida. O garoto, ao passar pela faixa de pedestre, observa uma senhora do alto da janela sacudir sua toalha quadriculada, e então comemora a passagem pela “linha de chegada”. Para comemorar o que faz o garoto? Vai até um homem que lava seu carro com uma mangueira e a toma do homem, jogando a água para cima e para os lados, como o estourar de uma champagne.
Não precisamos poupar água? Como a Petrobrás permite uma propaganda em que incentiva o desperdício?
A outra propaganda é da Cor&Ton. Cláudia Leite aparece no comercial do produto para tintura de cabelo. O quê isso tem demais? Ora, Cláudia Leite está grávida de seis meses e é sabido que uma mulher grávida não deve pintar seus cabelos. Mesmo que a propaganda tenha sido elaborada anterior a gravidez da Cláudia Leite, seria de bom tom a empresa não veiculá-la.
Afinal, o que dirão algumas mulheres: “Se a Cláudia Leite pode, eu também posso!”.
Por Gilberto Rateke Jr.
